Afinal, qual patriarca
nos propôs este propósito?
Esquentar-se num feixe de luz,
exíguo no exílio do depósito?
Esparar a migalha perene,
daquele que não nos teme?
Aguardar o retorno solene,
deste que partiu levendo o leme?
divagar devagar retendo
o receio das armadilhas?
que esperando o mal,
espalhamos por nossa trilha?
Combalir em frente ao dono,
sentando ao trono não esboça compaixão.
Saber que nos resta o pó, e só,
para um retilíneo irmão.
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